sábado, 28 de janeiro de 2017

Cancro cítrico - aplicação de cobre

A cultura da laranja, assim como outras cítricas ,tem nos produtos a base de cobre, o principal aliado na prevenção e controle do cancro cítrico e outra doenças, no caso do cancro, se trata de uma doença causada por bactéria e que precisa de umidade para entrar nas plantas pelos poros das folhas jovens, nesse sentido, o cobre cria uma camada protetora que impede esse processo, porém, essas folhas jovens vão crescendo e as partes novas ficam desprotegidas, necessitando de novas aplicações quando o clima estiver favorável a incidência da doença.

Uma das medidas de controle como já mencionado, é o uso de produtos a base de cobre como prevenção, pois é preciso evitar que a bactéria entre na planta, porém geralmente o agricultor tem o costume de aplicar esses produtos após ocorrência da chuva e isso se deve muito em algumas regiões, devido aos produtores associarem esse tipo de aplicação ao que é feito em parreiras, no entanto, na cultura da laranja e de outras frutas cítricas o tratamento deve ser feito antes da ocorrência da chuva, para ter um bom resultado de controle e otimização dos recursos aplicados na cultura

.Outra medida interessante para melhorar os resultados no controle e principalmente para evitar que a doença entre nos pomares, é acompanhar a previsão do tempo, como o objetivo é proteger a planta, nesse caso, aplicando produtos a base de cobre para criar uma proteção que evita a entrada das bactérias do cancro pelos poros das folhas, é fundamental fazer as aplicações antes da chuva, sendo assim, a previsão do tempo é um importante aliado dos citricultores. Está medida também pode diminuir custos e impactos ambientais, na medida que em muitos casos onde não existe previsão de chuva e o clima está seco, pode-se evitar a entrada de pulverizadores e aplicações desnecessárias.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Aplicativo para o agronegócio que ajuda propriedades rurais a aumentarem seus lucros

Como já exposto em outras postagens, o meio rural não pode ficar parado no tempo quando se trata das tecnologias digitais, já escrevi sobre os aplicativos disponibilizados pela gratuitamente pela UFSM, agora trago esta postagem sugerida pela equipe  Ruralito. 

O objetivo do aplicativo Ruralito é proporcionar a realização de negócios entre produtores do meio rural, sem intermediários, também possibilita que o produtor gerencie sua propriedade na palma da mão, de forma simples e rápida, e com outra vantagem, não tem custo adicional. 

O aplicativo Ruralito permite que a propriedade rural negocie seus produtos diretamente com outros produtores, atacadistas, varejistas ou até mesmo com o consumidor final. Sem intermediários, nem comissões, com aumento dos lucros ao produtor.





O aplicativo é baixado gratuitamente e também oferece um espaço para gestão da propriedade, onde pode-se registrar os dados e informações da produção rural na palma da mão, de onde o produtor estiver, permitindo mais facilidade para gerir a propriedade rural.

Se o produtor quiser cadastrar novos animais de sua propriedade, é só pegar o celular e atualizar os dados, na hora, de qualquer lugar, inclusive do campo.

Além das propriedades rurais, o Ruralito também pode ser usado por cooperativas para negociar produtos dos seus associados, varejistas e até consumidores que querem comprar produtos diretamente do produtor.


A ideia do aplicativo foi do produtor rural Fernando Lorenzini que percebeu a necessidade de ter um aplicativo no celular que pudesse facilitar a vida do homem do campo. 

O Ruralito foi desenvolvido pela aceleradora de startups Younner. O app foi lançado na última Expointer e desde então já tem nova versão, atualizada e mais completa. 


CONTATOS RURALITO:  ruralitoapp@gmail.com
                                             www.ruralito.com.br

Fonte informações e imagens: Equipe RURALITO 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Pronaf DAP - algumas dúvidas

Devido a dúvidas sobre a emissão de DAP, como extrair DAP por cpf, sistema DAP, normas para acesso ao PRONAF, entre outras que leitores dos blogs Rural Atual, e no meu Pessoal tiveram, e acabaram entrando em contato pedindo orientações, resolvi escrever esta postagem para tentar ajudar no esclarecimento de algumas dúvidas que foram mais frequentes.


Consultando orientações do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e da Secretaria Nacional da Agricultura Familiar (SAF), publico abaixo 12 dos principais pontos que identifiquei com dúvidas dos leitores dos meus blogs. Espero que auxilie.

1º - Sobre os Status das DAPs o que significa: 
- DAP Válida: Está informando que sua DAP passou por análise da condição de agricultor familiar e não sofreu impugnação posterior, que motivasse o cancelamento.
- DAP Cancelada: Ocorre que após a sua inclusão na base de dados da SAF, foi impugnada por não estar atendendo a algum dos pré-requisitos exigidos. É preciso quando não souber o motivo, entrar em contato, com o emissor e ou com órgão federal responsável.
- DAP Expirada: É aquela que já venceu seu prazo de validade.
- DAP Última versão: É a DAP mais recente emitida e registrada na base de dados da SAF.
- DAP Ativa:  Aquela emitida e registrada na base de dados da SAF sem nenhum erro ou vício de emissão. Para ser ATIVA deve ter outros dois status: Ser Última versão e também ter o status de Válida. Para ter acesso ao PRONAF a DAP deve ter o status Ativa.

2º - Qual o entendimento de Unidade Familiar de Produção Rural (UFPR)?
É o conjunto, composto pelos componentes familiares e eventuais agregados ( podem ser parentes ou não), abrange também indivíduos sem família, que explore uma combinação de fatores de produção, com a finalidade de atender à própria subsistência, assim como, a demanda da socidade por alimentos e outros bens de serviços, que atendam os requisitos legais exigidos para a respectiva identificação e qualificação.

3º -  Como é entendido a exigência de residir no estabelecimento ou local próximo?
Conforme a SAF,  a análise da residência em local próximo deve observar a viabilidade do deslocamento da força de trabalho familiar da residência ao estabelecimento produtivo para a execução das atividades laborais geradoras de renda no estabelecimento.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Presença de moscas no composto orgânico

Presença em excesso de moscas no composto orgânico pode indicar falhas no processo de compostagem.

A presença de moscas no composto orgânico é algo que em muitos casos incomoda, principalmente quando o composto está sendo produzido próximo as residências. Além do incômodo, isso pode ser indicativo de que algo não está correndo bem no processo de fermentação e transformação dos resíduos orgânicos em composto.

As moscas não são de todo prejudiciais, elas possuem sua função na natureza e no caso do resíduos orgânicos elas ajudam a decompor, o problema é que elas também podem contaminar ambientes e alimentos. Logicamente que é normal alguma mosca aparecer no composto, mas o que não pode é o excesso, que entre outras causas, pode estar ocorrendo pelo excesso de umidade.

É preciso verificar se o composto está com muita umidade, pois, em muitos casos esse é o motivo do excesso de moscas, além de que, o excesso de umidade ocasiona problema na fermentação, pois a água acaba ocupando o lugar do ar, e este é fundamental para que ocorra a fermentação e composto fique com boa qualidade.

O composto quando pronto tem aspecto de terra preta, com cheiro de solo fértil, este quando amontoado não esquenta mais e nem fica com cheiro desagradável. Quando identificado o excesso de água no composto, é preciso revolver a pilha e espalhar um pouco o material para que ele seque um pouco e volte a ter um equilíbrio.

A água em demasia é prejudicial como já dito, ela ocupa o lugar do ar e acaba forçando a decomposição dos materiais orgânicos de forma anaeróbica (sem presença de ar), este processo será mais lento e causará mau cheiro. Mas é importante observar que a falta de água paralisa o processo, ao prejudicar as bactérias.

Podemos identificar a umidade correta do composto, retirando um punhado da mistura do meio da composteira e espremendo na mão. Se a sua mão ficar úmida é sinal que a umidade está no ponto certo. Caso escorra água entre os dedos é por estar com muita umidade, nesse caso, temos que espalhar um pouco para baixar a umidade. No caso de apenas formar um bolo que se esfarela é por estar muito seco, nesse caso é preciso acrescentar água. A presença de uma espécie de pó branco no meio do composto também se deve à falta de umidade. 

Outros aspectos também influenciam no aumento das moscas no composto, a falta de matéria seca para equilibrar a umidade; a utilização em demasia de alimentos de cozinha com carnes; o composto não estar protegido da chuva e sol; alguns resíduos que são colocados na compostagem já receberam a postura das moscas e acabam nascendo durante o processo. 

Para evitar o excesso de moscas, em alguns casos é possível por sobre a pilha uma camada de terra, também pode-se evitar a colocação de carne no composto, pois tem grande potencial de atratividade para moscas.

Importante também acompanhar a temperatura do composto para verificar se o processo de compostagem está correndo de acordo, com isso, é possível diminuir a incidência de moscas, mas também é importante entender que é muito difícil livrar-se totalmente delas.

Leia também Dicas-para-fazer-compostagem  

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Controle da temperatura no processo de compostagem

A transformação de resíduos orgânicos em composto orgânico, para utilização na melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo, é uma ótima alternativa que beneficia o meio ambiente e pode favorecer economicamente quem adota esta prática.

Durante o processo de produção do composto é preciso que a pilha de material em decomposição alcance temperatura adequada, para isso, é importante monitorar a temperatura, não permitindo que alcance os 70ºC, pois causará a mortes de microrganismos importantes para o processo.


Quando a pilha alcançar ou se aproximar dos 50º C é aconselhável revirar o material, mas para realizar essa medição de temperatura é preciso um termômetro de barra, porém, envolve custos para aquisição, por isso, a técnica que utiliza uma barra de ferro geralmente é mais utilizada e é realizada da seguinte forma: utilize uma barra de ferro cumprida o suficiente para alcançar no mínimo até o centro da pilha de composto, mantenha por aproximados 10 minutos, depois retire e segure a ponta da barra de ferro com a mão. Caso estiver quente a ponto de não conseguir segurar, é indicativo de que a pilha está muito quente, tendo que revirar o mais rápido possível para resfriamento.


No momento que for revirar a pilha de composto é interessante observar se existe umidade adequada, caso tiver muito seco, é o momento de regar. Geralmente entre 5 ou 10 dias é o tempo em que a temperatura se eleva a ponto de ter que novamente revirar o composto para baixar a temperatura, logicamente esse tempo é uma estimativa que pode variar por vários aspectos, por isso, é preciso que a pilha tenha sua temperatura monitorada com frequência. 

Leia também /dicas-para-fazer-compostagem

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Caminho das águas é tema da atividade de encerramento do COAJU nas escolas


Um navegador, com seu barquinho, viajava pelo Rio Grande do Sul conhecendo as belezas da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí e também seus principais rios, arroios e lagoas.  Esse foi o tema do teatro, “ O Caminho das Águas”, realizado pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí, que ocorreu na tarde de ontem (30/11), no teatro do SESC – Unidade Carazinho. O evento reuniu 250 alunos da Escola Estadual de Ensino Básico Érico Veríssimo, localizada no município de Carazinho.  Essa atividade integra o fechamento do projeto COAJU, que foi desenvolvido pela equipe do Comitê, durante o ano de 2016.
 
Projeto COAJU nas Escolas
 COAJU nas Escolas é um projeto de educação ambiental, com foco na conservação dos recursos hídricos, com uma proposta de trabalho direcionada as comunidades escolares, de instituições públicas e privadas, que integram a região de abrangência da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí. O objetivo de construir valores e relações sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências que contribuam para a participação das crianças na preservação das águas e seu uso racional.

As instituições de ensino recebem a equipe do COAJU, que realiza um encontro com alunos, professores e funcionários abordando importantes temas como preservação dos recursos naturais, comitê de bacias, gestão dos recursos hídricos, qualidade e disponibilidade da água e gestão compartilhada.
Entenda um pouco mais sobre o COAJU
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU) é conveniado com a Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, da Universidade de Passo Fundo. É composto por representantes dos usuários de água, da população da bacia e de órgãos públicos. O COAJU foi criado em 2001 e abrange 42 municípios. É uma instância social, democrática e deliberativa, onde a população e usuários da água, juntamente com os órgãos do governo, interagem para gerenciar a qualidade e a disponibilidade das águas da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí. 

Municípios de abrangência:

Alto Alegre, Arroio do Tigre, Boa Vista do Incra, Campos Borges, Carazinho, Chapada, Colorado, Cruz Alta, Ernestina, Espumoso, Estrela Velha, Fortaleza dos Valos, Ibarama, Ibirapuitã, Ibirubá, Jacuizinho, Júlio de Castilhos, Lagoa Bonita do Sul, Lagoa dos Três Cantos, Lagoão, Marau, Mato Castelhano, Mormaço, Não-Me-Toque, Nicolau Vergueiro, Passa Sete, Passo Fundo, Pinhal Grande, Quinze de Novembro, Saldanha Marinho, Salto do Jacuí, Santa Bárbara do Sul, Santo Antônio do Planalto, Segredo, Selbach, Sobradinho, Soledade, Tapera, Tio Hugo, Tunas, Tupanciretã e Victor Graeff.


Texto e imagens: Assessoria de imprensa COAJU

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Utilização de crotalária no combate do mosquito da dengue

Muito tem se falado sobre alternativas para o combate do mosquito da dengue (Aedes Aegypti), entre as alternativas para o combate surge informações de que a crotalária teria eficácia de controle, porém, nada é comprovado, alguns especialistas dizem que o efeito do plantio dessa planta em terrenos baldios e outros locais, se tiverem algum efeito, será pequeno.

Em muitos municípios existem ações de distribuição de sementes de crotalária e orientações de órgãos municipais para população indicando o plantio para atração de libélulas, que supostamente se alimentariam das larvas de mosquito da dengue, contribuindo significativamente para o controle. A maior preocupação com essa prática, é de que muitos acabem descuidando do que realmente é comprovado que funciona, que é a localização e eliminação de criadouros de mosquitos. 

Apesar de não existir comprovação científica sobre a eficácia das crotalárias para o combate do mosquito Aedes Aegypti, o que é certo, é que essa planta tem grande potencial como recicladora de nutrientes do solo, então, caso você tenha plantado crotalária no seu tereno, pode mantela sem problema, pois ela fará muito bem ao solo, e suas flores serão apreciadas por vários insetos que ajudarão no equilíbrio ambiental da área.

Em resumo, sem ter comprovação da real eficácia do plantio de crotalária para controle do Aedes Aegypti, o melhor é intensificar o que de fato funciona, ou seja, localizar e eliminar os criadouros. Quanto ao plantio de crotalária, também pode ser feito pois é uma planta muito útil, porém, não deve-se esperar grandes resultados no controle do mosquito que causa a dengue e outras doenças, ao menos até que alguém prove ao contrário. 


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Nozes pecan : integração com outras atividades

Um dos pontos que preocupam produtores interessados em investir no plantio da noz pecan, é como gerar renda naquela área até que a produção comece dar retorno financeiro, para alguns não é problema ficar sem renda na área por alguns anos, já outros produtores com limitação de área, esse pode ser um ponto que influencie para a desistência no investimento.
Nozes e milho na mesma área

A solução que muitos produtores adotam e que achamos interessante é a produção integrada, ou seja, ter outras atividades sendo desenvolvidas ao mesmo tempo na mesma área de terra. O consórcio com outras culturas ou criações auxilia no rateio dos custos, aumenta o lucro para os produtores, ocupa melhor a mão de obra e em alguns casos pode até beneficiar o desenvolvimento das plantas.

No primeiro ano principalmente é possível consorciar com a nogueira outras culturas como melancia, tabaco, milho, forrageiras, ovinocultura, etc, claro que, dependendo da situação é preciso tomar algumas precauções, por exemplo: caso você plantar soja é preciso no momento da aplicação do herbicida, proteger a muda de nogueira de alguma forma; se for criar ovelha na mesma área é bom cercar com tela as plantas para não ter problemas... é preciso em muitas situações apela para criatividade do produtor, mas é plenamente possível ocorrer a integração de atividades. 

Conforme as plantas de nogueira vão crescendo, é bom ir evitando cultivos que necessitem maior movimentação de solo para não ferir as raízes  e prejudicar o desenvolvimento das plantas, porém, pode-se ir trabalhando por exemplo com pastagens e criação de ovelhas e mesmo de bovinos, mas sempre é interessante impedir que os bovinos tenham acesso às árvores, ao menos até as nogueiras terem um tamanho que possibilite que gado não possa causar danos sérios. A criação de animais, além de gerar outra renda, também deixam esterco no solo, algo que é benéfico para as culturas.



quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Como recuperar o solo degradado

Na agronomia uma, em muitas preocupações são os cuidados com o solo, para com ele garantir boas colheitas e o retorno de altos investimentos. Muitos fazendeiros e agricultores investem todos os anos milhares de reais em plantações diversas e o maior temor deles é que algo de errado e a colheita não seja boa.

O solo danificado necessita de um bom planejamento de recuperação, que seja intensivo e qualificado e para esse trabalho é necessária a contratação de um agrônomo, pois ele irá estudar o solo, conhecer seus problemas e criar estratégias para recuperá-lo rapidamente.

Os principais motivos da danificação de solo são:

Erosão - Causado normalmente por fortes chuvas e desmatamento.

Salinização - Consiste no excesso de sal no solo, normalmente causado por problemas na irrigação da terra.

Compactação - Principalmente causado por pisoteio de animais e por maquinas agrícolas.

Poluição química - Causado pelo uso indevido de fertilizantes e inseticidas.

Independente do ativo causador da danificação o agrônomo responsável por tornar o solo fértil novamente terá muito trabalho. Veja a lista das principais tarefas desse profissional para recuperação de solos danificados:

Levantamento dos recursos

O agrônomo terá que reconhecer cada detalhe do solo e assim conhecer a origem do problema. Depois disso, terá que buscar os recursos necessários para a recuperação da terra. Os principais recursos são; máquinas, implementos agrícolas e recursos humanos.

Planejamento

Com as informações levantadas e os recursos necessários adquiridos deve ser feito o planejamento e junto a ele a elaboração de um cronograma de trabalho.

Com o planejamento definido começam as ações de recuperação de solo e posteriormente o preparo do mesmo para o próximo plantio e assim a espera pela próxima colheita.

Texto e imagem: Isabela Klein

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A Preservação dos Recursos Hídricos, da Flora e da Fauna regional é debatida em reunião do COAJU

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí realizou nesta quinta-feira (25), sua reunião ordinária do mês de agosto, nas dependências da Faculdade de Educação, da Universidade de Passo Fundo. A pauta da reunião contou com dois importantes assuntos relacionados a preservação dos recursos hídricos, flora e fauna da região de abrangência da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí: a Nascente do Rio Jacuí e a Floresta Nacional de Passo Fundo (Flona).



A primeira parte da reunião contou com a explanação da atual situação da Floresta Nacional de Passo Fundo (Flona), relacionada à reivindicação indígena, que pretende a posse permanente da Unidade de Conservação e a importância ambiental da floresta para as populações locais e regionais. O diretor da Flona, Adão Luiz da Costa Güllich, conduziu a explanação para plenária do Comitê.


A manhã foi finalizada com a apresentação dos resultados do trabalho de conservação ambiental da nascente “mãe” do Rio Jacuí realizado pelo Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP), por mais de 10 anos. A apresentação foi conduzida pelos integrantes do GESP, Paulo Fernando Cornélio e Flávia B. da Silva.


Para o presidente do COAJU, Paulo Roberto Cervi, tanto as questões ambientais relacionadas a Flona, quanto a recuperação ambiental da Nascente “Mãe” do Rio Jacuí são importantes para a sobrevivência das comunidades de atuação Comitê. Por este motivo serão agendadas reuniões futuras para tratar exclusivamente de cada assunto, de forma aprofundada.


Fonte: 
Juliana Leocádio T. Viganigo
Assessora de Comunicação
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí -COAJU

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

COAJU e UPF são parceiros do evento alusivo aos 9 anos Programa Yacamim em Carazinho

Na tarde do dia (14), a praça Albino Hillebrand foi o espaço destinado à comemoração de 9 anos do programa Yacamim, quem vem sendo desenvolvido no município de Carazinho. Proporcionar a crianças e adolescentes em situação de rua atividades de acesso aos direitos básicos e fundamentais para o pleno desenvolvimento e promoção da cidadania é um dos objetivos do programa.

Para contribuir com essa iniciativa, a Universidade de Passo Fundo–Campus Carazinho, por meio do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU) e do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Carazinho realizou atividades lúdicas e distribuição da Cartilha de Educação Ambiental do COAJU, durante toda a tarde. 

As atividades foram coordenadas pela professora Carmén Souza, coordenadora do curso de Pedagogia, do Pibid e da Brinquedoteca da UPF Carazinho, e pela bióloga Danusa Ribeiro, vice-presidente do Coaju. Para Danusa, a finalidade dessa atividade foi sensibilizar o público sobre a importância do comitê quanto à disponibilidade e à qualidade da água. Para Carmén, foi uma tarde de aprendizado e de descontração, pois muitas crianças e seus familiares participaram das diferentes propostas na atividade que, ressalta, foi agradável e produtiva.


Crédito imagens e texto:

Juliana Leocádio T. Viganigo
Assessora de Comunicação
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí -COAJU