quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Caminho das águas é tema da atividade de encerramento do COAJU nas escolas


Um navegador, com seu barquinho, viajava pelo Rio Grande do Sul conhecendo as belezas da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí e também seus principais rios, arroios e lagoas.  Esse foi o tema do teatro, “ O Caminho das Águas”, realizado pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí, que ocorreu na tarde de ontem (30/11), no teatro do SESC – Unidade Carazinho. O evento reuniu 250 alunos da Escola Estadual de Ensino Básico Érico Veríssimo, localizada no município de Carazinho.  Essa atividade integra o fechamento do projeto COAJU, que foi desenvolvido pela equipe do Comitê, durante o ano de 2016.
 
Projeto COAJU nas Escolas
 COAJU nas Escolas é um projeto de educação ambiental, com foco na conservação dos recursos hídricos, com uma proposta de trabalho direcionada as comunidades escolares, de instituições públicas e privadas, que integram a região de abrangência da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí. O objetivo de construir valores e relações sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências que contribuam para a participação das crianças na preservação das águas e seu uso racional.

As instituições de ensino recebem a equipe do COAJU, que realiza um encontro com alunos, professores e funcionários abordando importantes temas como preservação dos recursos naturais, comitê de bacias, gestão dos recursos hídricos, qualidade e disponibilidade da água e gestão compartilhada.
Entenda um pouco mais sobre o COAJU
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU) é conveniado com a Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, da Universidade de Passo Fundo. É composto por representantes dos usuários de água, da população da bacia e de órgãos públicos. O COAJU foi criado em 2001 e abrange 42 municípios. É uma instância social, democrática e deliberativa, onde a população e usuários da água, juntamente com os órgãos do governo, interagem para gerenciar a qualidade e a disponibilidade das águas da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí. 

Municípios de abrangência:

Alto Alegre, Arroio do Tigre, Boa Vista do Incra, Campos Borges, Carazinho, Chapada, Colorado, Cruz Alta, Ernestina, Espumoso, Estrela Velha, Fortaleza dos Valos, Ibarama, Ibirapuitã, Ibirubá, Jacuizinho, Júlio de Castilhos, Lagoa Bonita do Sul, Lagoa dos Três Cantos, Lagoão, Marau, Mato Castelhano, Mormaço, Não-Me-Toque, Nicolau Vergueiro, Passa Sete, Passo Fundo, Pinhal Grande, Quinze de Novembro, Saldanha Marinho, Salto do Jacuí, Santa Bárbara do Sul, Santo Antônio do Planalto, Segredo, Selbach, Sobradinho, Soledade, Tapera, Tio Hugo, Tunas, Tupanciretã e Victor Graeff.

Texto e imagens: Assessoria de imprensa COAJU

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Utilização de crotalária no combate do mosquito da dengue

Muito tem se falado sobre alternativas para o combate do mosquito da dengue (Aedes Aegypti), entre as alternativas para o combate surge informações de que a crotalária teria eficácia de controle, porém, nada é comprovado, alguns especialistas dizem que o efeito do plantio dessa planta em terrenos baldios e outros locais, se tiverem algum efeito, será pequeno.

Em muitos municípios existem ações de distribuição de sementes de crotalária e orientações de órgãos municipais para população indicando o plantio para atração de libélulas, que supostamente se alimentariam das larvas de mosquito da dengue, contribuindo significativamente para o controle. A maior preocupação com essa prática, é de que muitos acabem descuidando do que realmente é comprovado que funciona, que é a localização e eliminação de criadouros de mosquitos. 

Apesar de não existir comprovação científica sobre a eficácia das crotalárias para o combate do mosquito Aedes Aegypti, o que é certo, é que essa planta tem grande potencial como recicladora de nutrientes do solo, então, caso você tenha plantado crotalária no seu tereno, pode mantela sem problema, pois ela fará muito bem ao solo, e suas flores serão apreciadas por vários insetos que ajudarão no equilíbrio ambiental da área.

Em resumo, sem ter comprovação da real eficácia do plantio de crotalária para controle do Aedes Aegypti, o melhor é intensificar o que de fato funciona, ou seja, localizar e eliminar os criadouros. Quanto ao plantio de crotalária, também pode ser feito pois é uma planta muito útil, porém, não deve-se esperar grandes resultados no controle do mosquito que causa a dengue e outras doenças, ao menos até que alguém prove ao contrário. 


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Nozes pecan : integração com outras atividades

Um dos pontos que preocupam produtores interessados em investir no plantio da noz pecan, é como gerar renda naquela área até que a produção comece dar retorno financeiro, para alguns não é problema ficar sem renda na área por alguns anos, já outros produtores com limitação de área, esse pode ser um ponto que influencie para a desistência no investimento.
Nozes e milho na mesma área

A solução que muitos produtores adotam e que achamos interessante é a produção integrada, ou seja, ter outras atividades sendo desenvolvidas ao mesmo tempo na mesma área de terra. O consórcio com outras culturas ou criações auxilia no rateio dos custos, aumenta o lucro para os produtores, ocupa melhor a mão de obra e em alguns casos pode até beneficiar o desenvolvimento das plantas. 

No primeiro ano principalmente é possível consorciar com a nogueira outras culturas como melancia, tabaco, milho, forrageiras, ovinocultura, etc, claro que, dependendo da situação é preciso tomar algumas precauções, por exemplo: caso você plantar soja é preciso no momento da aplicação do herbicida, proteger a muda de nogueira de alguma forma; se for criar ovelha na mesma área é bom cercar com tela as plantas para não ter problemas... é preciso em muitas situações apela para criatividade do produtor, mas é plenamente possível ocorrer a integração de atividades. 

Conforme as plantas de nogueira vão crescendo, é bom ir evitando cultivos que necessitem maior movimentação de solo para não ferir as raízes  e prejudicar o desenvolvimento das plantas, porém, pode-se ir trabalhando por exemplo com pastagens e criação de ovelhas e mesmo de bovinos, mas sempre é interessante impedir que os bovinos tenham acesso às árvores, ao menos até as nogueiras terem um tamanho que possibilite que gado não possa causar danos sérios. 


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Como recuperar o solo degradado

Na agronomia uma, em muitas preocupações são os cuidados com o solo, para com ele garantir boas colheitas e o retorno de altos investimentos. Muitos fazendeiros e agricultores investem todos os anos milhares de reais em plantações diversas e o maior temor deles é que algo de errado e a colheita não seja boa.

O solo danificado necessita de um bom planejamento de recuperação, que seja intensivo e qualificado e para esse trabalho é necessária a contratação de um agrônomo, pois ele irá estudar o solo, conhecer seus problemas e criar estratégias para recuperá-lo rapidamente.

Os principais motivos da danificação de solo são:

Erosão - Causado normalmente por fortes chuvas e desmatamento.

Salinização - Consiste no excesso de sal no solo, normalmente causado por problemas na irrigação da terra.

Compactação - Principalmente causado por pisoteio de animais e por maquinas agrícolas.

Poluição química - Causado pelo uso indevido de fertilizantes e inseticidas.

Independente do ativo causador da danificação o agrônomo responsável por tornar o solo fértil novamente terá muito trabalho. Veja a lista das principais tarefas desse profissional para recuperação de solos danificados:

Levantamento dos recursos

O agrônomo terá que reconhecer cada detalhe do solo e assim conhecer a origem do problema. Depois disso, terá que buscar os recursos necessários para a recuperação da terra. Os principais recursos são; máquinas, implementos agrícolas e recursos humanos.

Planejamento

Com as informações levantadas e os recursos necessários adquiridos deve ser feito o planejamento e junto a ele a elaboração de um cronograma de trabalho.

Com o planejamento definido começam as ações de recuperação de solo e posteriormente o preparo do mesmo para o próximo plantio e assim a espera pela próxima colheita.

Texto e imagem: Isabela Klein

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A Preservação dos Recursos Hídricos, da Flora e da Fauna regional é debatida em reunião do COAJU

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí realizou nesta quinta-feira (25), sua reunião ordinária do mês de agosto, nas dependências da Faculdade de Educação, da Universidade de Passo Fundo. A pauta da reunião contou com dois importantes assuntos relacionados a preservação dos recursos hídricos, flora e fauna da região de abrangência da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí: a Nascente do Rio Jacuí e a Floresta Nacional de Passo Fundo (Flona).



A primeira parte da reunião contou com a explanação da atual situação da Floresta Nacional de Passo Fundo (Flona), relacionada à reivindicação indígena, que pretende a posse permanente da Unidade de Conservação e a importância ambiental da floresta para as populações locais e regionais. O diretor da Flona, Adão Luiz da Costa Güllich, conduziu a explanação para plenária do Comitê.


A manhã foi finalizada com a apresentação dos resultados do trabalho de conservação ambiental da nascente “mãe” do Rio Jacuí realizado pelo Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP), por mais de 10 anos. A apresentação foi conduzida pelos integrantes do GESP, Paulo Fernando Cornélio e Flávia B. da Silva.


Para o presidente do COAJU, Paulo Roberto Cervi, tanto as questões ambientais relacionadas a Flona, quanto a recuperação ambiental da Nascente “Mãe” do Rio Jacuí são importantes para a sobrevivência das comunidades de atuação Comitê. Por este motivo serão agendadas reuniões futuras para tratar exclusivamente de cada assunto, de forma aprofundada.


Fonte: 
Juliana Leocádio T. Viganigo
Assessora de Comunicação
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí -COAJU

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

COAJU e UPF são parceiros do evento alusivo aos 9 anos Programa Yacamim em Carazinho

Na tarde do dia (14), a praça Albino Hillebrand foi o espaço destinado à comemoração de 9 anos do programa Yacamim, quem vem sendo desenvolvido no município de Carazinho. Proporcionar a crianças e adolescentes em situação de rua atividades de acesso aos direitos básicos e fundamentais para o pleno desenvolvimento e promoção da cidadania é um dos objetivos do programa.

Para contribuir com essa iniciativa, a Universidade de Passo Fundo–Campus Carazinho, por meio do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU) e do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Carazinho realizou atividades lúdicas e distribuição da Cartilha de Educação Ambiental do COAJU, durante toda a tarde. 

As atividades foram coordenadas pela professora Carmén Souza, coordenadora do curso de Pedagogia, do Pibid e da Brinquedoteca da UPF Carazinho, e pela bióloga Danusa Ribeiro, vice-presidente do Coaju. Para Danusa, a finalidade dessa atividade foi sensibilizar o público sobre a importância do comitê quanto à disponibilidade e à qualidade da água. Para Carmén, foi uma tarde de aprendizado e de descontração, pois muitas crianças e seus familiares participaram das diferentes propostas na atividade que, ressalta, foi agradável e produtiva.


Crédito imagens e texto:

Juliana Leocádio T. Viganigo
Assessora de Comunicação
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí -COAJU

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Nova diretoria assume o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (Coaju)

Corsan e Acic assumem a diretoria do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí. O processo eleitoral ocorreu na manhã desta quinta-feira, 28 de julho, na UPF Campus Carazinho, em reunião ordinária. Na oportunidade, ocorreu a homologação das entidades que participaram do processo de cadastramento para novos membros do Comitê, conforme aviso Sema – CRH/RS Nº 05/2016. 

Após a homologação, a chapa foi formada, sendo indicada como presidente a Corsan, representada por Paulo Roberto Cervi; e como vice-presidente a Associação Comercial e Industrial de Carazinho (Acic), representada por Danusa Ribeiro. As entidades titulares aptas a votar confirmaram, em votos unânimes, a composição da nova diretoria do Comitê gestão 2016-2018. 

Ainda em regime de votação, ocorreu a formação da Comissão Permanente de Assessoramento (CPA), a qual foi composta pelo secretário executivo Josimar Moschaider e pela UPF, representada por Elisabeth Foschiera; pela Astraja, representada por Pedro Paulo Nienow; pela Escola Estadual de Educação Profissional de Carazinho, representada por Flávio Brum; e pela Associação dos Amigos do Meio Ambiente, representada por Waner Barretto. Também foi criada a Comissão Fiscal, que será composta por três entidades: BME Energia, representada por Eliseu Lima; Câmara Municipal de Vereadores de Ibirubá, representada por Jarbas Ruschele; e Prefeitura Municipal de Fortaleza dos Valos, representada por Saul Lopes. Ambas as comissões terão o mandato de dois anos, conforme prevê o Regimento Interno do Comitê.

O que é o COAJU? 
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU) é uma instância social, democrática e deliberativa, onde a população e usuários da água, juntamente com os órgãos do governo, interagem para gerenciar a qualidade e a disponibilidade das águas da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí. O Comitê foi criando em 2001 abrangendo 42 municípios e conveniado com a Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, da Universidade de Passo Fundo. Em atenção a essa parceria, a UPF disponibiliza a estrutura e o apoio necessário para seu funcionamento, e desse modo, a sede do comitê está instalada em seu campus, na cidade de Carazinho. 

Municípios de abrangência:
Alto Alegre, Arroio do Tigre, Boa Vista do Incra, Campos Borges, Carazinho, Chapada, Colorado, Cruz Alta, Ernestina, Espumoso, Estrela Velha, Fortaleza dos Valos, Ibarama, Ibirapuitã, Ibirubá, Jacuizinho, Júlio de Castilhos, Lagoa Bonita do Sul, Lagoa dos Três Cantos, Lagoão, Marau, Mato Castelhano, Mormaço, Não-Me-Toque, Nicolau Vergueiro, Passa Sete, Passo Fundo, Pinhal Grande, Quinze de Novembro, Saldanha Marinho, Salto do Jacuí, Santa Bárbara do Sul, Santo Antônio do Planalto, Segredo, Selbach, Sobradinho, Soledade, Tapera, Tio Hugo, Tunas, Tupanciretã e Victor Graeff.

Fonte: texto e imagem
Assessoria de comunicação - COAJU

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Interação Universidade-Empresa: Atalhos para Inovação Tecnológica no Agronegócio

A Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia promoverá no dia 18 de maio o evento “Interação Universidade-Empresa: Atalhos para Inovação Tecnológica no Agronegócio”. Os participantes poderão assistir palestras, mesas redondas e, à tarde, visitar a mostra tecnológica, que contará com a participação de mais de 20 empresas ligadas ao agronegócio e grupos de pesquisa da UFSM.

O evento, que acontecerá no Centro de Eventos da UFSM, procura atrair estudantes, empresários e pessoas ligadas ao agronegócio da região centro do estado. Pela manhã, haverá palestras e mesas redondas no pavilhão multiuso e à tarde, a mostra tecnológica acontecerá na pista central em frente ao pavilhão.

A programação do evento conta com a palestra de Evandro Chartuni Mantovani, Pesquisador de Mecanização Agrícola e Agricultura de Precisão da EMBRAPA. Nas mesas redondas, participarão os professores da UFSM Prof. José Fernando Schlosser, Prof. Arno Dallmeyer, Prof. Telmo Amado, Prof. Ênio Marchesan e Prof. Antonio Santi. Como convidados, estarão presentes Diego Pezzini, Gerente de Produto para Seeding & Tillage And Application Equipment para América do Sul da AGCO, Cristiano Paim Buss, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da STARA e Maurício De Bortoli, Engenheiro Agrônomo da Sementes Aurora.

O evento será gratuito e aberto ao público.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Aplicativos para Agricultura de Precisão

Em tempos de grandes avanços na tecnologia móvel, a agricultura de precisão não poderia ficar de fora, profissionais da área vem desenvolvendo tecnologias interessantes para uso do produtor e profissionais ligados à área, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio e da agricultura familiar. 

Entre as tecnologias móveis utilizadas na agricultura de precisão, destaca-se o uso de aplicativos de celulares que auxiliam profissionais e produtores nas tarefas do dia a dia, fornecendo dados, facilitando a realização de atividades e tornando mais ágil e confiável a tomada de decisões. Sendo que, a cada dia celulares que suportam aplicativos são mais acessíveis, com isso, produtores começam a ver com bons olhos essa tecnologia. 

Existem vários aplicativos que atendem as mais variadas áreas ligadas ao meio rural, alguns pagos e outros gratuitos, o importante é o produtor e/ou os profissionais ligados ao campo, analisarem esta possibilidade, experimentarem a tecnologia e mesmo sugerirem aplicativos que atendam suas demandas. A tecnologia está ai para nos ajudar, precisamos entende-la e tirar proveito dela.

Para quem tem interesse no tema, posto este atalho crcampeiro.net/novo/Pages/apps_android que conduz a página do projeto CR Campeiro, desenvolvido por profissionais da Universidade de Santa Maria/RS (UFSM), nela é possível encontrar alguns aplicativos gratuitos que podem interessá-los.


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Aplicativo gratuíto para auxiliar na gestão leiteira

Esta disponível no Google Play o C7 Leite II, uma ferramenta para auxiliar no gerenciamento da atividade leiteira, em especial para os produtores de leite da agricultura familiar. É um aplicativo que disponibiliza ao produtor condições de registrar dados e posteriormente analisa-los para auxilio na tomada de decisões gerenciais. 

Com vantagem para o produtor além de proporcionar meios para registros e relatórios, é sua gratuidade, ele é desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) através da equipe de profissionais do Laboratório de Geomática.

Esta é a segunda versão do aplicativo, que oferece mais opções em relação a primeira. É importante que os interessados baixem o aplicativo e testem, posteriormente, eventuais sugestões de melhorias podem ser enviados para os desenvolvedores. Essa participação é importante para aperfeiçoamento do aplicativo que apesar de ser novidade para muitos produtores, se apresenta-se como uma tecnologia que pode auxiliar em muito na gestão da atividade leiteira. 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Resíduos de medicamentos no leite - Algumas dicas para evitar

Os produtores de leite sabem ou deveriam saber que o leite contendo resíduos de medicamentos veterinários não devem ser vendidos, pois podem prejudicar a saúde do consumidor final, prejudicar a produção de derivados, prejudicar a imagem do leite de uma determinada região ocasionando barreiras para exportação, casuar condenação de grandes quantidades de leite, entre outros problemas.


Para que não ocorram problemas de descarte de leite por medicamentos veterinários, o produtor deve ter um bom planejamento de manejo, em muitos casos o envio de leite contaminado é resultado de ações não intencionais do produtor, para evitar esses problemas postamos algumas dicas que podem auxiliar, são elas: 

- Quando necessário aplicar medicamentos no rebanho leiteiro, buscar orientação de veterinário que tenha experiência na área.
- Anotar em algum local de fácil acesso de todos que trabalham na propriedade, o dia e hora da medicação de cada vaca, e também a data e hora que o leite voltará a poder ser vendido. 
- Descartar todo o leite que for produzido no período estipulado na bula e orientado pelo veterinário.
- Lavar bem os equipamento e utensílios utilizados no processo de ordenha, com atenção redobrada quando ordenhado uma vaca tratada com medicamentos. 
- Aproveitar o período em que as vacas estão secas, para medica-las, sempre observando o prazo de ação do produto, para evitar resíduos de produtos após o parto. 
- Também é recomendável marcar a vaca tratada com alguma forma bem visível, para evitar enganos na hora da ordenha.
- Em caso de dúvida sobre o leite estar ou não livre de resíduos, é interessante quando possível enviar uma amostra do leite para análise. É melhor prevenir do que arcar com prejuízos maiores.