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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Quebra-foice: Planta para cerca viva

Conheça um pouco mais sobre esta excelente planta para formação de cerca viva

Se você mora na região sul do Brasil e está procurando uma planta com boas características para formação de uma cerca viva, pode pensar com carrinho na Caliandra, cujo nome botânico é Calliandra brevipes Benth, mas também é conhecida pelo nome de quebra-foice, esponjinha, esponjinha-sangue, esponjinha-vermelha, diadema, topete de pavão, entre outros nomes populares. Ela é uma planta arbustiva perene, nativa do Brasil e muito utilizada no paisagismo em todo o território nacional. 

A Caliandra uma planta que ramifica muito, tem ramos finos, bastante flexíveis e resistentes, já explicando um pouco porque é conhecida por muitos como quebra-foice, possui folhagem intensa de baixo a cima se for bem conduzida, flores abundantes de cor que variam de branco até o vermelho, que surgem na primavera e verão, estas características são favoráveis para a utilização da planta no paisagismo em cercas vivas topiadas, renques, como planta insolada e também dá um ótimo resultado como bonsai.


Deve ser cultiva a sol pleno ou local que pegue no mínimo 4 horas de sol, de preferência em solo fértil e com boa drenagem, no mais, não é necessários grandes cuidados por ser uma planta bem rústica, muitas vezes o único cuidado é alguma poda para manter no tamanho desejado. A multiplicação é realizada por estacas utilizando as ponteiras dos ramos retirados nas podas de inverno, ou por sementes.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Reunião Ordinária do COAJU é palco de debate sobre Zoneamento Ecológico Econômico do RS


Nesta quinta-feira 30/03, a reunião ordinária do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí foi palco da Oficina de Pré-Diagnóstico do Zoneamento Ecológico Econômico do Rio Grande do Sul, realizada pela Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), no auditório da UPF Carazinho. O evento teve o apoio dos Comitês de Bacias Hidrográficas Rio Passo Fundo e Rio da Várzea, sob o tema: ''ZEE-RS: estrutura metodológica e resultados preliminares da atividade de diagnóstico''. 

O evento é parte integrante do projeto de elaboração do Zoneamento Ecológico-Econômico do Rio Grande do Sul, um instrumento de auxílio ao planejamento e ordenamento territorial estadual. O ZEE-RS tem por objetivo tornar-se uma ferramenta fundamental para subsidiar a tomada de decisão quanto a planos, programas, projetos e atividades que direta ou indiretamente utilizem recursos naturais e a biodiversidade. 

O presidente do Comitê Alto Jacuí, Paulo Roberto Cervi, abriu os trabalhos da manhã, com a apresentação dos objetivos do evento e a importância da participação social no ZEE-RS. Após, a secretária adjunta do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Maria Patrícia Möllmann, falou sobre o projeto que está em desenvolvimento no Estado, abordando aspectos institucionais e mostrando a finalidade do projeto de zoneamento. 

A apresentação do tema foi feita pelo coordenador técnico do projeto, Marlos Henrique Batista, da Codex Remote, empresa contratada pela Sema para desenvolvimento do projeto. Também foram apresentados alguns resultados dessa etapa de pré-diagnóstico. 

Este conjunto de informações formará ferramenta de apoio ao planejamento para a gestão pública e será disponibilizado a toda sociedade. O evento contou com ampla participação de inúmeras entidades e instituições não-governamentais, que contribuíram para o enriquecimento do debate.

Fonte: texto e imagens
Juliana Leocádio T. Viganigo
Assessora de Comunicação
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí

quinta-feira, 23 de março de 2017

Potencial Hídrico da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí é Debatido no Dia Internacional da Água

Para celebrar o Dia Internacional da Água, comemorado nesta quarta-feira (22), o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU), vinculado à Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, da Universidade de Passo Fundo (UPF) realizou atividades ligadas a temática de preservação dos Recursos Hídricos.

A vice-presidente do COAJU, Danusa Ribeiro, concedeu entrevista ao Jornal do Almoço, da RBS TV, no dia 22 de março e falou sobre o potencial hídrico da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí. Informou que, atualmente a classe de qualidade da água da Bacia Hidrográfica é classe 2, sendo a classe 1 a mais adequada e classe 4 menos adequada. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), em sua resolução nº 357 de 17 de março de 2005, estabeleceu as classes de qualidade das águas, onde define como um conjunto de condições e padrões de qualidade de água necessários ao atendimento dos usos preponderantes, atuais ou futuros. 
No dia internacional da água, Danusa alerta a população sobre o uso consciente dos Recursos Hídricos. “A água não é só um direito, mas um dever e responsabilidade de todos. A implementação e ampliação dos sistemas de esgotamento sanitários nos 42 municípios, que integram a Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí, também presenta importante ação para melhoria da qualidade da água da Bacia”, afirma. A entrevista na integra pode ser conferida no link https://www.youtube.com/watch?v=qAKb0MdE4rQ. Ainda no dia 22/03, o COAJU distribuiu material informativo as alunas do Centro de Referência e Atenção ao Idoso (CREATI ), da UPF Carazinho sobre os cuidados com os recursos hídricos. 

Outras atividades também integraram a comemoração do Dia Internacional da Água. Em 13/03, o Instituto Educacional Girassol iniciou sua semana da água com as atividades do projeto “COAJU nas Escolas”. Foi apresentando o trabalho do COAJU, alunos professores e funcionários desafiados a refletirem sobre a atual situação dos recursos hídricos, quanto a sua qualidade e disponibilidade e reflexão sobre desenvolvimento sustentável, que ações de fato proporcionem ambientes saudáveis. 

Para finalizar a agenda de atividades, de 22 a 30 de março, no hall de entrada da Faculdade de Educação (FAED) e do Campus Carazinho, a comunidade acadêmica e geral poderá conferir a exposição “Cuidado com a água”. A atividade é uma ação conjunta do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU), do Centro de Ciências e Tecnologias Ambientais (CCTAM), da Faculdade de Educação (FAED) e da UPF Carazinho.


Texto e imagem: 
Juliana Leocádio T. Viganigo
Assessora de Comunicação
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí

segunda-feira, 20 de março de 2017

Florestas, fonte de biodiversidade

Em 21 de março comemora-se o Dia Internacional das Florestas, várias são as ações realizadas mundialmente. A importância de se preservar as áreas florestais e a necessidade de uso racional dos seus recursos são o foco dos trabalhos de conscientização da população sobre as florestas.

De acordo com o estudo publicado em 13 de março, na revista científica Nature, a floresta Amazônica corre risco de cair em um círculo vicioso de seca e desmatamento, provocado pela ação humana e redução das precipitações na região. A pesquisa inovadora e complexa, liderada pela cientista Delphine Clara Zemp, do Instituto de Pesquisa Climática de Potsdam (PIK) aprofunda a estreita relação existente entre o desmatamento e a seca. Para Zemp, “quanto maior a seca, menor a floresta, e quanto menor a floresta, maior a seca. E assim sucessivamente. As consequências deste círculo vicioso entre as plantas e a atmosfera que as rodeia não estão claras."

O coautor da pesquisa Henrique Barbosa, da Universidade de São Paulo (USP), afirma que o ciclo de água da Amazônia é suscetível as mudanças climáticas. “A ação humana está impondo perturbações maciças no Amazonas, pela poda de árvores e pelos gases do efeito estufa que reduzem a umidade e as precipitações, e acaba afetando até as partes inexploradas da floresta." A conclusão de Barbosa é que “preservar a biodiversidade se transforma não só numa questão de amar a natureza, mas num elemento estabilizador do sistema terrestre." 

Neste contexto, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí desenvolve suas ações de gestão dos recursos hídricos, sempre buscando equacionar os conflitos de usos e a redução da degradação ambiental. As florestas são fontes de biodiversidade que mantém o ciclo da vida, preservá-las é essencial para sobrevivência do planeta terra, afirma Josimar Moschaider, secretário executivo do Comitê Alto Jacuí. 



Texto e imagem: Juliana Leocádio T. Viganigo
Assessora de Comunicação
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí
Universidade de Passo Fundo

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Presença de moscas no composto orgânico

Presença em excesso de moscas no composto orgânico pode indicar falhas no processo de compostagem.

A presença de moscas no composto orgânico é algo que em muitos casos incomoda, principalmente quando o composto está sendo produzido próximo as residências. Além do incômodo, isso pode ser indicativo de que algo não está correndo bem no processo de fermentação e transformação dos resíduos orgânicos em composto.

As moscas não são de todo prejudiciais, elas possuem sua função na natureza e no caso do resíduos orgânicos elas ajudam a decompor, o problema é que elas também podem contaminar ambientes e alimentos. Logicamente que é normal alguma mosca aparecer no composto, mas o que não pode é o excesso, que entre outras causas, pode estar ocorrendo pelo excesso de umidade.

É preciso verificar se o composto está com muita umidade, pois, em muitos casos esse é o motivo do excesso de moscas, além de que, o excesso de umidade ocasiona problema na fermentação, pois a água acaba ocupando o lugar do ar, e este é fundamental para que ocorra a fermentação e composto fique com boa qualidade.

O composto quando pronto tem aspecto de terra preta, com cheiro de solo fértil, este quando amontoado não esquenta mais e nem fica com cheiro desagradável. Quando identificado o excesso de água no composto, é preciso revolver a pilha e espalhar um pouco o material para que ele seque um pouco e volte a ter um equilíbrio.

A água em demasia é prejudicial como já dito, ela ocupa o lugar do ar e acaba forçando a decomposição dos materiais orgânicos de forma anaeróbica (sem presença de ar), este processo será mais lento e causará mau cheiro. Mas é importante observar que a falta de água paralisa o processo, ao prejudicar as bactérias.

Podemos identificar a umidade correta do composto, retirando um punhado da mistura do meio da composteira e espremendo na mão. Se a sua mão ficar úmida é sinal que a umidade está no ponto certo. Caso escorra água entre os dedos é por estar com muita umidade, nesse caso, temos que espalhar um pouco para baixar a umidade. No caso de apenas formar um bolo que se esfarela é por estar muito seco, nesse caso é preciso acrescentar água. A presença de uma espécie de pó branco no meio do composto também se deve à falta de umidade. 

Outros aspectos também influenciam no aumento das moscas no composto, a falta de matéria seca para equilibrar a umidade; a utilização em demasia de alimentos de cozinha com carnes; o composto não estar protegido da chuva e sol; alguns resíduos que são colocados na compostagem já receberam a postura das moscas e acabam nascendo durante o processo. 

Para evitar o excesso de moscas, em alguns casos é possível por sobre a pilha uma camada de terra, também pode-se evitar a colocação de carne no composto, pois tem grande potencial de atratividade para moscas.

Importante também acompanhar a temperatura do composto para verificar se o processo de compostagem está correndo de acordo, com isso, é possível diminuir a incidência de moscas, mas também é importante entender que é muito difícil livrar-se totalmente delas.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Controle da temperatura no processo de compostagem

A transformação de resíduos orgânicos em composto orgânico, para utilização na melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo, é uma ótima alternativa que beneficia o meio ambiente e pode favorecer economicamente quem adota esta prática.

Durante o processo de produção do composto é preciso que a pilha de material em decomposição alcance temperatura adequada, para isso, é importante monitorar a temperatura, não permitindo que alcance os 70ºC, pois causará a mortes de microrganismos importantes para o processo.


Quando a pilha alcançar ou se aproximar dos 50º C é aconselhável revirar o material, mas para realizar essa medição de temperatura é preciso um termômetro de barra, porém, envolve custos para aquisição, por isso, a técnica que utiliza uma barra de ferro geralmente é mais utilizada e é realizada da seguinte forma: utilize uma barra de ferro cumprida o suficiente para alcançar no mínimo até o centro da pilha de composto, mantenha por aproximados 10 minutos, depois retire e segure a ponta da barra de ferro com a mão. Caso estiver quente a ponto de não conseguir segurar, é indicativo de que a pilha está muito quente, tendo que revirar o mais rápido possível para resfriamento.


No momento que for revirar a pilha de composto é interessante observar se existe umidade adequada, caso tiver muito seco, é o momento de regar. Geralmente entre 5 ou 10 dias é o tempo em que a temperatura se eleva a ponto de ter que novamente revirar o composto para baixar a temperatura, logicamente esse tempo é uma estimativa que pode variar por vários aspectos, por isso, é preciso que a pilha tenha sua temperatura monitorada com frequência. 

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Utilização de crotalária no combate do mosquito da dengue

Muito tem se falado sobre alternativas para o combate do mosquito da dengue (Aedes Aegypti), entre as alternativas para o combate surge informações de que a crotalária teria eficácia de controle, porém, nada é comprovado, alguns especialistas dizem que o efeito do plantio dessa planta em terrenos baldios e outros locais, se tiverem algum efeito, será pequeno.

Em muitos municípios existem ações de distribuição de sementes de crotalária e orientações de órgãos municipais para população indicando o plantio para atração de libélulas, que supostamente se alimentariam das larvas de mosquito da dengue, contribuindo significativamente para o controle. A maior preocupação com essa prática, é de que muitos acabem descuidando do que realmente é comprovado que funciona, que é a localização e eliminação de criadouros de mosquitos. 

Apesar de não existir comprovação científica sobre a eficácia das crotalárias para o combate do mosquito Aedes Aegypti, o que é certo, é que essa planta tem grande potencial como recicladora de nutrientes do solo, então, caso você tenha plantado crotalária no seu tereno, pode mantela sem problema, pois ela fará muito bem ao solo, e suas flores serão apreciadas por vários insetos que ajudarão no equilíbrio ambiental da área.

Em resumo, sem ter comprovação da real eficácia do plantio de crotalária para controle do Aedes Aegypti, o melhor é intensificar o que de fato funciona, ou seja, localizar e eliminar os criadouros. Quanto ao plantio de crotalária, também pode ser feito pois é uma planta muito útil, porém, não deve-se esperar grandes resultados no controle do mosquito que causa a dengue e outras doenças, ao menos até que alguém prove ao contrário. 


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A Preservação dos Recursos Hídricos, da Flora e da Fauna regional é debatida em reunião do COAJU

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí realizou nesta quinta-feira (25), sua reunião ordinária do mês de agosto, nas dependências da Faculdade de Educação, da Universidade de Passo Fundo. A pauta da reunião contou com dois importantes assuntos relacionados a preservação dos recursos hídricos, flora e fauna da região de abrangência da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí: a Nascente do Rio Jacuí e a Floresta Nacional de Passo Fundo (Flona).



A primeira parte da reunião contou com a explanação da atual situação da Floresta Nacional de Passo Fundo (Flona), relacionada à reivindicação indígena, que pretende a posse permanente da Unidade de Conservação e a importância ambiental da floresta para as populações locais e regionais. O diretor da Flona, Adão Luiz da Costa Güllich, conduziu a explanação para plenária do Comitê.


A manhã foi finalizada com a apresentação dos resultados do trabalho de conservação ambiental da nascente “mãe” do Rio Jacuí realizado pelo Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP), por mais de 10 anos. A apresentação foi conduzida pelos integrantes do GESP, Paulo Fernando Cornélio e Flávia B. da Silva.


Para o presidente do COAJU, Paulo Roberto Cervi, tanto as questões ambientais relacionadas a Flona, quanto a recuperação ambiental da Nascente “Mãe” do Rio Jacuí são importantes para a sobrevivência das comunidades de atuação Comitê. Por este motivo serão agendadas reuniões futuras para tratar exclusivamente de cada assunto, de forma aprofundada.


Fonte: 
Juliana Leocádio T. Viganigo
Assessora de Comunicação
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí -COAJU

domingo, 18 de outubro de 2015

Abelhas sem ferrão

Também chamadas de nativas, as abelhas sem ferrão tem importante papel na preservação de espécies vegetais, além de proporcionar aumento da produção agrícola em diversas culturas. Estas abelhas antecedem as abelhas com ferrão que são tão conhecidas e bem mais temidas.

As abelhas sem ferrão estiveram em ameaça de extinção, mas graças a conscientização e dedicação de muitos produtores, muitos criatórios são encontrados na natureza ou mesmo em criatórios particulares. As principais espécies de abelhas sem ferrão encontradas no Rio Grande do Sul são: várias espécies de mirim, irapuá, iratim, jataí e tubuna. 

Apesar de menos conhecido o mel produzido por abelhas sem ferrão possui excelente qualidade e pode ser utilizado como adoçante natural, tem alta qualidade nutricional, atua como sedativo, cicatrizante, digestivo e laxativo, é também é excelente expectorante auxiliando no combate a tosse.

A preservação das várias espécies de abelhas sem ferrão é de grande importância para o equilíbrio ambiental e contribui em muito para a qualidade de vida de toda a população direta ou indiretamente. 

terça-feira, 2 de junho de 2015

COAJU E PIBID DA UPF CARAZINHO COMEMORAM DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Na tarde de segunda-feira (1/06), mais de 300 alunos da rede pública de ensino de Carazinho, assistiram à peça de teatro “Segredos do Rio”, do Grupo de Teatro A Turma do Dionísio, no auditório da UPF Carazinho. Essa atividade foi promovida pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU), em parceria com o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) do curso de Pedagogia da UPF Carazinho, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06).
Foto divulgação: COAJU

A abertura da peça de teatro ficou por conta do presidente do COAJU, Paulo Roberto Cervi e da Professora coordenadora do PIBID Pedagogia UPF Carazinho, Carmén Souza. Paulo Cervi, ressaltou a importância da cultura, como forma de incentivo e de estratégia para proporcionar uma mudança de consciência, onde os alunos, desde muito pequenos aprendem a cuidar e preservar o meio ambiente, em especial, os recursos hídricos. Já a coordenadora Carmén Souza, representou a Universidade de Passo Fundo e destacou a importância de momentos especiais, onde alunos e professores possam repensar seus hábitos e também suas práticas didáticas relacionadas ao uso da água.

As crianças e os professores das escolas municipais Castelo Branco e Rufino Leal e escolas estaduais Ernesta Nunes e Rofolfo Bolzani se divertiram com a viagem de Percival para conhecer e preservar o Rio das Rãs. Durante sua aventura, ele encontra muitos personagens: o bugio, a Iara, os peixes, a tartaruga, a Amandi, o Rio das Rãs e Meduíno (o monstro feito de lixo que ameaça o rio). E ao final da peça, o público presente pode descobrir os segredos do Rio das Rãs.


Fonte: Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí -COAJU
Juliana Viganigo
Assessora de Comunicação

quarta-feira, 13 de maio de 2015

FEPAM implanta renovação automática de licenças

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Está publicada no Diário Oficial do Estado, desta terça-feira (12), a portaria nº 46 da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler – FEPAM, que autoriza a renovação automática das Licenças Ambientais.

A secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e presidente da Fepam Ana Pellini diz que o novo procedimento reduz cerca de 10% do estoque superior a 11 mil pedidos de licenciamento que aguardam decisão no órgão ambiental. Ela acrescenta que com a renovação automática, os empreendedores terão tranquilidade para dar continuidade ao trabalho, sem incorrer em irregularidade decorrente da falta de licenciamento. Explica que com esta providência, a Fundação terá melhores condições de concentrar sua atuação na fiscalização.

Durante o período de vigência das licenças ambientais, a Fepam manterá a fiscalização e o controle do cumprimento das condições e restrições estabelecidas na autorização. Após renovadas, as licenças poderão ser suspensas, revogadas, cassadas ou até mesmo declaradas nulas, caso seja identificada alguma irregularidade. A escolha dos empreendimentos a serem fiscalizados será por amostragem, determinada por método científico e aleatório.

O novo procedimento se aplica aos empreendimentos cujos requerimentos de renovação tenham sido apresentados dentro do prazo de vigência da licença a ser renovada, inclusive para os protocolados anteriormente à edição da portaria.

A renovação automática somente será deferida quando não constarem valores pendentes de pagamento nos expedientes referentes ao requerimento de renovação. A nova licença terá os mesmos condicionantes e prazos de validade.

As licenças que tenham sido suspensas por decisão administrativa ou judicial não serão passíveis de renovação automática. E, por fim, todas as licenças ambientais e outros documentos deferidos através da renovação automática serão publicados no site da Fepam.
Fonte: Fepan

domingo, 10 de maio de 2015

Geada negra e branca

Milho afetado por geada

A geada se forma quando o vapor d'água junto à superfície se resfria tanto, que congela, formando cristais de gelo sobre as superfícies das plantas e do solo. Conforme for a temperatura do ar nas camadas mais próximas do solo, definirão o quanto de geada se formará.

A definição da geada é a formação de cristais de gelo junto a superfície, ocorre pela sublimação que é a passagem da umidade do ar do estado de vapor para o estado sólido. Existe também o congelamento do orvalho. As condições para a sua ocorrência são: ausência de vento, baixa umidade relativa do ar, céu claro e temperatura baixa (geralmente abaixo de 5º C).

Existe também a geada negra, esta é mais rara, porém causa grandes prejuízos principalmente para a agricultura. A geada negra não é visível como o que ocorre com a geada branca, por isto muitas vezes não é feito o registro do fenômeno pelos observadores meteorológicos.

Normalmente a geada ocorre logo após a passagem de uma frente fria, que trazem às massas de ar frio e seco O vento constante e forte de uma massa polar, evita que os cristais de gelo se depositem sobre as plantas e também sobre o solo, mas nos dias seguintes, a planta acaba morrendo ou tendo prejuízos sérios pelo efeito da popular geada negra.

O vídeo abaixo do Clima Tempo, também traz explicações sobre as geadas, quem tiver interesse no assunto aconselho ver este vídeo. Abraço a todos.




quinta-feira, 30 de abril de 2015

Uso de agrotóxicos subiu 162% em 12 anos, mostra pesquisa

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O setor agrícola brasileiro comprou, no ano de 2012, 823.226 toneladas de agrotóxicos – muitos deles, proibidos em outros países. De 2000 a 2012, o aumento em toneladas compradas foi 162,32%. Os dados estão no Dossiê Abrasco – Um Alerta sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde, lançado na terça-feira (28) pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em evento na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

“Desde 2009, o Brasil assumiu a posição de primeiro consumidor mundial de agrotóxico. O consumo daria 5,5 quilos por brasileiro por ano”, disse o diretor da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), Paulo Petersen.

Petersen explica que esse aumento está diretamente relacionado à expansão da monocultura e dos transgênicos. “Ao contrário do que vinha sendo propagandeado quando eles [transgênicos] foram lançados, que permitiriam que o uso de agrotóxico diminuísse, porque seriam resistentes às pragas, o que se verificou foi o oposto. Não só está usando mais, como está usando agrotóxicos mais poderosos, mais fortes. Nós fomos levados a importar em regime de urgência determinados agrotóxicos que sequer eram permitidos no Brasil para combater pragas na soja e no algodão transgênicos, que foram atacados por lagartas.”

Segundo Petersen, 22 dos 50 princípios ativos mais empregados em agrotóxicos no Brasil estão banidos em outros países, além de haver uso além da necessidade técnica e métodos menos tóxicos e eficientes para o controle de pragas. “Estamos em uma situação de total descontrole, o Estado não cumpre o processo de fiscalização como deveria e a legislação para o uso de agrotóxicos também não é cumprida.”

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Emater apresenta modelo de fossa agroecológica na Exposol 2015

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Terá início na próxima quinta-feira (30/04), no Parque Centenário Rui Ortiz, a Exposição Feira de Soledade (Exposol) 2015. A Emater/RS-Ascar participa desde a primeira edição do evento e, neste ano, apresentará ao público visitante as possibilidades de aproveitamento da bananeira. A Exposol será realizada entre os dias 30 de abril e 3 de maio em Soledade.
Crédito foto: EMATER/RS- ASCAR


De acordo com a extensionista social da Emater/RS-Ascar Juliane Pires da Conceição, a equipe do escritório local da Instituição tem desenvolvido esse trabalho em algumas das comunidades do município desde o final do ano de 2014. A proposta, segundo Juliane, é apresentar as possibilidades de utilização da bananeira aos visitantes da Feira. “Queremos mostrar que além da alimentação com a fruta, podemos utilizar a bananeira para saneamento básico das propriedades devido ao seu alto grau de absorção de água no solo e também o seu aproveitamento para o artesanato e, com isso, gerar mais uma alternativa de renda para as famílias”, frisou a extensionista.

O trabalho com as fossas agroecológicas de bananeira tem sido realizado com algumas famílias assistidas pela Instituição no município, cujas propriedades já possuem espécies de bananeiras cultivadas. Além disso, os extensionistas têm realizado atividades com os estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental José de Anchieta, na comunidade de Posse Generoso. “A escola é o ponto central de educação, inclusive para uma vida sustentável, de preservação do meio ambiente. É a partir da escola e dos alunos que também podemos chegar às famílias e nas comunidades com orientações de conscientização sobre como minimizar os danos ao meio ambiente”, frisou Juliane.

As fossas têm despertado o interesse de integrantes de outras comunidades do interior de Soledade e, pensando nessas demandas, a Emater/RS-Ascar montou em seu espaço na Exposol 2015, um modelo de fossa agroecológica, além de repassar orientações sobre a utilização e formas de construção das mesmas. O público poderá ainda visualizar peças de artesanato confeccionadas a partir de fibras, palhas e miolo de bananeira.

Fonte: EMATER/RS - ASCAR
Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar – Regional de Soledade
Jornalista Carina Venzo Cavalheiro

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Drone é capaz de plantar até 1 bilhão de árvores por ano

Uma startup britânica resolveu apostar na tecnologia dos drones para plantar um bilhão de árvores por ano, uma solução que estaria à altura da devastação “industrial” das florestas, pois pode frear o desmatamento e recuperar tudo o que foi destruído – um dos grandes desafios dos nossos tempos. De acordo com a BioCarbon Engine, o uso de drones seria mais eficiente e preciso que os métodos tradicionais adotados no mercado, como o plantio manual de árvores (“lento e caro”) e a distribuição de sementes secas por via aérea (“de baixas taxas de fixação”). “Nossa solução equilibra esses dois métodos. Em primeiro lugar, por meio do plantio de sementes germinadas, utilizando técnicas de agricultura de precisão. Em segundo lugar, por ser escalável e automatizada, a nossa tecnologia reduz significativamente os requisitos de mão de obra e custos”, destaca a empresa em seu site.

domingo, 19 de abril de 2015

Bolsa Verde terá sistema digital de controle e acompanhamento


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O Programa Bolsa Verde (PBV) terá um sistema de gerenciamento digital inteligente, que integrará todos os dados. O SisBolsaVerde (sigla do novo sistema) foi tema de encontro nesta quinta-feira (16/04) entre representantes dos Ministérios do Meio Ambiente (MMA) e Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e Universidade Federal de Lavras (UFLA). O SisVerde será lançado, em setembro de 2015, e utilizado por essas instituições para melhorar a execução da política pública. Hoje, o programa beneficia 71.800 famílias.

Jânio Coutinho, gerente de projetos do Departamento de Extrativismo do MMA, aponta que o SisBolsaVerde trará uma economia de 70% nos custos do cadastro do Bolsa Verde, além de apresentar confiabilidade nos dados e transparência. “Vamos reduzir os custos de operação para incluir uma nova família, além de economizar papel e gerar relatórios com dados sociais que podem orientar outras políticas”, destaca.

Na reunião, a UFLA, responsável pela elaboração do sistema e pelo monitoramento dos resultados, apresentou as fases desenvolvidas, a metodologia de cadastro dos usuários e a forma de fazer a identificação das áreas mais relevantes para o PBV e das famílias beneficiárias. Além disso, os técnicos da universidade apresentaram as etapas de monitoramento da cobertura vegetal presente nas áreas contempladas pelo programa. A próxima etapa será o cruzamento dos dados do PVG com os demais programas do governo federal, como o Bolsa Família.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Conservar o solo garante sustentabilidade ambiental e produção de alimentos

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O Dia Nacional da Conservação dos Solos é nesta quarta-feira, dia 15 de abril. A data se soma ao Ano Internacional de Conservação do Solo, instituído pela ONU para provocar a reflexão sobre o uso e as formas de manejo, fundamentais para garantir a produção de alimentos.

No Rio Grande do Sul não é diferente e, para marcar a data e o ano, várias instituições, entre elas a Emater/RS-Ascar, estão construindo uma proposta de programa estadual, que retome fortes ações de operação, “a exemplo do que já aconteceu no passado, como a operação Tatu (de 1950 a 1970), o projeto Metas e o RS Rural”, lembra o diretor técnico da Emater/RS, Lino Moura.

“Depois de acreditarmos que o plantio direto tinha resolvido a questão da conservação do solo, constatamos que essa técnica não é suficiente, pois há grandes perdas de solo, principalmente de água. Mesmo em áreas de plantio direto, quando mal manejadas, o solo fica compactado, o que impede a entrada das raízes e da água em profundidades maiores”, analisa Moura. A água que não infiltra no solo causa erosão nas lavouras e nas estradas, depositando sedimentos nas baixadas e assoreando rios, “levando agroquímicos e contaminando os mananciais hídricos, o que exige uma reflexão da sociedade em geral e dos técnicos”, defende o diretor.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Gerenciamento hídrico na suinocultura reduz uso da água em até 50%

Água demais na produção de suínos é prejuízo. Pouca água, também. Sem acesso à água de qualidade, os animais não se alimentam direito e a produtividade cai. Por isso, esse recurso está entre as principais preocupações do suinocultor. Graças a avanços na produção, novas tecnologias e adoção de boas práticas, pesquisas da Embrapa apontaram que um suíno hoje consegue consumir a metade de água que era utilizada há cerca de 30 anos. O desafio é fazer com que os produtores brasileiros saibam como isso é possível.

Entre 2011 e 2013, a Embrapa Suínos e Aves (SC) e o Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de Santa Catarina (Sindicarne) desenvolveram um projeto que acompanhou 13 produtores para determinar o consumo de água e a geração de dejetos durante as fases de crescimento e terminação. Pesquisas anteriores, desenvolvidas na década de 1980 e que embasaram a legislação ambiental em vigor, indicavam que cada suíno gastava em torno de 16 litros de água por dia. O estudo liderado pela Embrapa chegou à conclusão de que o consumo médio atual é de 8,5 litros.

De acordo com o pesquisador Paulo Armando de Oliveira, que coordenou a pesquisa em parceria com o Sindicarne, o novo parâmetro não foi uma surpresa completa. "Com as mudanças significativas que ocorreram na genética, nutrição e instalações nas últimas décadas, sabíamos que o consumo de água e a produção de dejetos haviam diminuído. Mas faltava saber quanto". O estudo também apurou que os produtores que melhor usam a água consomem em torno de 4,5 litros por suíno por dia. Os de pior resultado superam os 11 litros. "Essa diferença está ligada principalmente ao manejo e equipamentos. Soluções simples podem render bons resultados e ganho econômico para o produtor. A água desperdiçada influencia diretamente no custo para tratar e distribuir o dejeto," completou Oliveira.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Dicas para fazer compostagem e dar destinação correta ao seu "lixo"

Uma prática recomendada e benéfica ao meio ambiente é a reciclagem de resíduos orgânicos, as empresas que produzem estes resíduos são obrigadas por lei a dar a destinação correta, já o "lixo" orgânico produzido nas residências geralmente são descartados para que a coleta seja feita por terceiros, nesse caso, alguns municípios já possuem coleta seletiva, outros não. 

Independente se na sua residência existe coleta seletiva ou não, a melhor forma de dar destino correto aos resíduos orgânicos é resolver o problema no local onde ele foi criado. Uma das melhores alternativas quando existe espaço suficiente é construir uma composteira, com isso, é possível transformar a maior parte do "lixo" orgânico em adubo de ótima qualidade.
lixo orgânico que pode virar adubo

Existem vários modelos de composteiras, mas para o processo de transformação dos resíduos orgânicos ser realizado com eficácia, é preciso entender e tomar cuidado com alguns detalhes, algumas informações importantes estão disposta abaixo e tem por objetivo auxiliar os interessados a ter sua composteira funcionando bem. 

a) Microrganismos: A transformação da matéria orgânica bruta em composto de boa qualidade é um processo microbiológico operado por bactérias, fungos e actinomicetes. Esses organismos precisam de condições adequadas para se multiplicarem.
b) Umidade: Fundamental a presença de água para o bom desenvolvimento do processo de compostagem. Entretanto, a escassez ou o excesso de água pode desacelerar a compostagem.
c) Aeração: A compostagem deve ocorrer por um processo aeróbio, além de mais rápida, não produz odores desagradáveis nem proliferação de moscas.
d) Temperatura: O metabolismo exotérmico dos microrganismos, durante a fermentação aeróbia, produz um rápido aquecimento da massa. Cada grupo é especializado e desenvolve-se numa faixa de temperatura ótima. Promover condições para o estabelecimento da temperatura ótima para os microrganismos é fundamental.
e) Relação Carbono / Nitrogénio (C/N): Os microrganismos absorvem os elementos carbono e nitrogénio numa proporção ideal. O carbono é a fonte de energia para que o nitrogênio seja assimilado na estrutura.
f) Preparo prévio da matéria-prima: O ideal é  encontrar um equilíbrio na granulometria não podemos utilizar partículas muito grandes e nem muito pequenas, é preciso que as partículas dos resíduos sejam grandes o suficiente para deixar entrar ar no meio da massa, porém, quando muito grandes elas fazem com que o processo seja mais lento.
g) Dimensões e formas das pilhas: Quanto ao comprimento, este pode variar em função da quantidade de materiais, do tamanho do pátio e do método de aeração. Já a altura da pilha depende da largura da base. Pilhas muito altas submetem as camadas inferiores aos efeitos da compactação. Pilhas baixas perdem calor mais facilmente ou nem aquecem o suficiente para destruir os patógenos. O ideal é que as pilhas apresentem seção triangular, com inclinação em torno de 40 a 60 graus, com largura entre 2,5 e 3,5 metros e altura entre 1,5 e 1,8 metros. Porém, quando a produção de "lixo" doméstico é pequena, deve-se adequar o tamanho da pilha, mesmo que a pilha não tenha o tamanho sugerido, o composto vai ser produzido, porém, o tempo deverá ser maior e pode ocorrer do composto não ter a mesma qualidade. Uma alternativa é utilizar minhocas e transformar estes resíduos em húmus.

O mais importante, é cada um buscar alternativas para dar a destinação correta para a maior quantidade possível de lixo produzida na sua residência, ou no seu local de trabalho, diminuindo a quantidade de "lixo" ou resíduos a serem coletados e destinados pela coleta pública. 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Caliandra ou quebra-foice


A Caliandra, cujo nome botanico é Calliandra brevipes Benth, mas é conhecida também pelo nome de quebra-foice, esponjinha, esponjinha-sangue, esponjinha-vermelha, diadema, topete de pavão, entre outros nomes populares. Está é uma planta arbustiva perene, nativa do Brasil e muito utilizada no paisagismo em todo o território nacional. 

A Caliandra ramifica muito, tem ramos finos, bastante flexíveis e resistentes, mantém folhagem intensa de baixo a cima se for bem conduzida, flores abundantes de cor que variam de branco até o vermelho, que surgem na primavera e verão, estas características são favoráveis para a utilização da planta no paisagismo em cercas vivas topiadas, renques, como planta insolada e também dá um ótimo resultado como bonsai. Por muitos é conhecida como quebra-foice, para entender o porque deste nome popular é só tentar cortar seus galhos com uma foice, ai verá a resistência desta planta.

Deve ser cultiva a sol pleno ou local que pegue no mínimo 4 horas de sol, de preferência em solo fértil e com boa drenagem, no mais, não é necessários grandes cuidados por ser uma planta bem rústica, muitas vezes o único cuidado é alguma poda para manter no tamanho desejado. A multiplicação é realizada por estacas utilizando as ponteiras dos ramos retirados nas podas de inverno, ou por sementes.